sexta-feira, 27 de agosto de 2010

É como se o tempo fosse o dono de mim, como se as coisas que acontecem sempre ocorrem quando menos se espera...
Um tiro no escuro quando o meu assunto é introspecção, quando meu próprio saber se dilui em sofrer...
Sentada em frente ao mar, pensei na vida que poderia ganhar, ou naquela que as minhas janelas esperam encontrar, ou mesmo na vida que a minha vida deixou de dar.
Sentada ali, em frente o mar, percebi o que o mar me faz, como que uma estranhesa sutil e diferente, como que um misto de amor e solidão...
Como se nada mais fosse como é,
E como se eu fosse como nada!

O universo permite que eu saiba onde pisar;
E minha mente me disse que eu devo ser assim;
Um ser como os milhoes de seres existentes;
Eu tenho sim uma realidade formal, acima de mim e do mundo;
Acima do horizonte e da perversão..

Ate mesmo as areias me fizeram ser melhor;
Até mesmo elas, que estao ali para serem pisadas,
Como se merecessem essa realidade..

É como sinceramente se meu primeiro passo
Fosse dar mais um passo;
E seguir, porque seguindo jamais poderei parar;

Eis os mistérios consequentes, eu vivo, creio  e caio!

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