domingo, 29 de dezembro de 2013
sábado, 21 de dezembro de 2013
Sem Título!
De vez em quando vem perguntas à mente que descarregam verdadeiras curiosidades a cerca de qualquer assunto presente no mundo..
Por que assim, eu vejo tanta gente indo e vindo, caminhando, correndo, pulando, com e sem pressa, rindo, chorando.. E tanta gente que passa e não se olha nem se vê, gente que vive no mesmo mundo, respira o mesmo ar, mora na mesa cidade, no mesmo bairro, até na mesma rua e não se fala.. Afinal, o que é que a gente está esperando?
Tem gente que pensa que "ah, eu não tenho nada a ver com a vida desse alguém..", mas assim, eu acho que tem sim. É preciso sair do padrão de achar que não dá pra continuar, que não é possível conseguir, a gente vive se culpando por algo que não deu certo, por mais que tentasse e nem se dá conta de que um milhão de pessoas passam pelo mesmo acontecimento, e se eles conseguem, "por que não eu?"
É preciso parar de se desimportar com o que não é nosso, olhar para o outro e acreditar nele. Mesmo que haja um verdadeiro engano, mas que isso sobretudo, não retire de dentro de cada um a verdade interior e a vontade de continuar acreditando nos outros.
Não sei, mas penso que a degradação humana é bem lapidada quando um sujeito faz descer uma lágrima em outro sujeito.
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Hoje..
Estou aqui, senti uma vontade incontrolável de escrever... Aí eu percebo que quando vontades incontroláveis me aparecem é porque estou em alerta...
Estou aqui porque eu não sei para onde eu vou...
Parece meio cinza o dia, e eu não sei se é o nublado do tempo ou o do meu peito.. Eu não sei se ainda dá para concretizar o "talvez".
Parece meio insólido o que eu escrevo, na verdade eu queria gritar, se bem que eu até acho que estou gritando, mas como diz a música: "gritar para o mundo e saber que o mundo não presta atenção.."
Estou perdendo a vontade de escrever agora, como se fosse um rasgar-se, algo como a fome causa por dentro.. Estou perdendo então, a vontade de ser eu.
Eu vejo e revejo Situações e sensações e emoções, e mesmo assim não dá vontade de me ser. Talvez porque eu saiba que pesa e que corrói como se fosse ácido, dói e pesa como se fosse pedra.
Corrói, pesa, dói, arde... Ai eu grito, eu escrevo e passa!
Assinar:
Comentários (Atom)