sábado, 23 de outubro de 2010
É assim...
Quando se espera um amor de verdade, é justo ter em mãos o todo empenho e o desempenho de uma vida sem razão. Por que o grande amor jamais será assim tão grande!
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Eu aqui..
Escrevo aqui e a toda hora em qualquer lugar;
Mas aqui escrevo porque estou triste.
E eu estou, viu?
Aqui estou, viu?
Ei, eu estou aqui!
É como um raio ruim de rimas ruins;
Um amor do amor do meu amor;
ou do teu.
Eu não sei,
acho que perdi a noção das coisas;
Só sei que a minha verdade é pior que a minha mentira;
Ah, e eu estou cansada de tanto ser um rótulo,
Um armário livre da liberdade.
Para mim chegaria, mas eu não tenho forças...
E nem tampouco coragem, apenas vontade.
Mas é que eu estou triste, meio sem sorte nem norte;
Meio mal
e Totalmente mau!
Eu queria era fazer alguém feliz.
Mas como, se nem eu mesma me faço?
Eu não sei, apenas creio estar na base de um meio termo
Onde o que eu faço se vira contra mim
E se não vira, eu faço virar!
Acho que vou enlouquecer. Talvez um dia!
Mas aqui escrevo porque estou triste.
E eu estou, viu?
Aqui estou, viu?
Ei, eu estou aqui!
É como um raio ruim de rimas ruins;
Um amor do amor do meu amor;
ou do teu.
Eu não sei,
acho que perdi a noção das coisas;
Só sei que a minha verdade é pior que a minha mentira;
Ah, e eu estou cansada de tanto ser um rótulo,
Um armário livre da liberdade.
Para mim chegaria, mas eu não tenho forças...
E nem tampouco coragem, apenas vontade.
Mas é que eu estou triste, meio sem sorte nem norte;
Meio mal
e Totalmente mau!
Eu queria era fazer alguém feliz.
Mas como, se nem eu mesma me faço?
Eu não sei, apenas creio estar na base de um meio termo
Onde o que eu faço se vira contra mim
E se não vira, eu faço virar!
Acho que vou enlouquecer. Talvez um dia!
A vida que é minha
Há uma vida, tão inocente ao certo
Que inevitavelmente esta morrendo por mim
Uma vida que poderia estar livre
Mas não o faz.
Há uma vida morrendo por mim agora
E no agora eu me sinto como um rio
Onde as aguas correm e deságuam sem rumo
Onde o que mais acontece é o nada.
Sobretudo esta vida eu amo, e quero e anseio
Essa vida que ja nao existe sem mim
Mas que precisa.
Sinto que há vida demais morrendo por mim;
Eu nao mereço certas coisas;
E a minha vida que ja não é minha
Também não precisa ser morta.
Cada um tem o que merece
Talvez seja por isso que só tenho um nó
Que insiste em invadir a minha garganta
e Me consumir por inteira;
Como se eu merecesse a dor aparente.
Mas tal fato de nada me importa
Se a vida que morre por mim
é a que eu gostaria de ter.
Não morra!
Não seja mais um ser no mundo
Que fielmente fenece por quem nem merece.
Não vá,
Que eu preciso de você aqui;
Não para a morte,
Mas sim para a vida..
Para a minha vida!
Que inevitavelmente esta morrendo por mim
Uma vida que poderia estar livre
Mas não o faz.
Há uma vida morrendo por mim agora
E no agora eu me sinto como um rio
Onde as aguas correm e deságuam sem rumo
Onde o que mais acontece é o nada.
Sobretudo esta vida eu amo, e quero e anseio
Essa vida que ja nao existe sem mim
Mas que precisa.
Sinto que há vida demais morrendo por mim;
Eu nao mereço certas coisas;
E a minha vida que ja não é minha
Também não precisa ser morta.
Cada um tem o que merece
Talvez seja por isso que só tenho um nó
Que insiste em invadir a minha garganta
e Me consumir por inteira;
Como se eu merecesse a dor aparente.
Mas tal fato de nada me importa
Se a vida que morre por mim
é a que eu gostaria de ter.
Não morra!
Não seja mais um ser no mundo
Que fielmente fenece por quem nem merece.
Não vá,
Que eu preciso de você aqui;
Não para a morte,
Mas sim para a vida..
Para a minha vida!
sábado, 16 de outubro de 2010
Eu, talvez isto.
Viver é jogar
Jogo de palavras, de idéias, de sensações, sentimentos e frustrações;
Jogo de saudade, angústia e desilusão;
Minha vida é um jogo
Hora de perda, hora de ganhos,
É como se nada mais me fosse prudente,
Como se eu andasse pelo céu com os pés no chão.
Não gosto muito disso!
Não posso suportar os mares infames
E inertes!
Eu não quero. Não quero porque não posso.
O jogo de primeiros erros e útimos acertos
O jogo de tudo o que eu anseio em mim;
O pior é que eu sei o que se passa.
E o pior é que eu não consigo parar..de fazer Nada.
Paro de fazer tudo, mas não de fazer nada.
O meu momento prefere estar em mim
E prefere andar no altar do meu mar,
Do mar que não navega mais em mim
E é como se o caminho fosse largo demais
E eu fosse tão fina a ponto de não conseguir pela dimensão que isso me causa;
E Caminho sem pensar se voltarei
Ou mesmo se quero ir.
Um jogo, ainda mais forte do que eu posso suportar,
Ainda mais brando do que eu quero encarar;
|E ainda mais inerte do que o sol.
Louco jogo de emoções, que se dispersam como que por acaso
E jamais voltam ou continuam.
Talvez eu jogue para vencer, ou talvez não.
Quiçá seja apenas o meu melhor devaneio
ou o meu pior desalento.
Mas jogo, por que é a minha única saída;
Ou isto ou aquilo de letal.
E eu, talvez isto!
Jogo de palavras, de idéias, de sensações, sentimentos e frustrações;
Jogo de saudade, angústia e desilusão;
Minha vida é um jogo
Hora de perda, hora de ganhos,
É como se nada mais me fosse prudente,
Como se eu andasse pelo céu com os pés no chão.
Não gosto muito disso!
Não posso suportar os mares infames
E inertes!
Eu não quero. Não quero porque não posso.
O jogo de primeiros erros e útimos acertos
O jogo de tudo o que eu anseio em mim;
O pior é que eu sei o que se passa.
E o pior é que eu não consigo parar..de fazer Nada.
Paro de fazer tudo, mas não de fazer nada.
O meu momento prefere estar em mim
E prefere andar no altar do meu mar,
Do mar que não navega mais em mim
E é como se o caminho fosse largo demais
E eu fosse tão fina a ponto de não conseguir pela dimensão que isso me causa;
E Caminho sem pensar se voltarei
Ou mesmo se quero ir.
Um jogo, ainda mais forte do que eu posso suportar,
Ainda mais brando do que eu quero encarar;
|E ainda mais inerte do que o sol.
Louco jogo de emoções, que se dispersam como que por acaso
E jamais voltam ou continuam.
Talvez eu jogue para vencer, ou talvez não.
Quiçá seja apenas o meu melhor devaneio
ou o meu pior desalento.
Mas jogo, por que é a minha única saída;
Ou isto ou aquilo de letal.
E eu, talvez isto!
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Dias Iguais
Os dias passam, até os ventos são estranhos, passam por mim como se quisessem me levar desta vida para uma que poderia ser pior.
Os dias são mesmo assim, de tal modo que quanto mais vivo, mais minha vitalidade dilui-se.
Os ventos que transportam minha felicidade sempre se esquecem de que estou no chão porque não posso estar no céu, ou em qualquer outro oceano, sem cair sempre, sem fracassar,
Por que as dores que eu sinto são maiores do que as que poderiam existir no coração de seres que perderam tudo de belo, que sentem um vazio em cada olhar terreno, que preferem fenecer e regredir a viver...
Esses ventos que me devoram, sabem bem como me devorar...
Esses sonhos que não agem...
Esse medo que não passa...
Esse amor que não vai embora...
E essa vida que me devora.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Paixão
Sem fome, mas com um apetite tenaz;
Triste, com uma alegria diferente;
Confortável com o aperto no peito.
Nem sinto nada do mundo que me ronda
Nem sinto nada do céu que me abstrai
Só sinto oco, e uma súbita falta de apetite.
Não sinto sede, frio, dor, nem sombra de calor
Nem sinto medo ou alucinação
É a minha melhor forma de abstração!
Sinto sim todo o Apático sentimento
De um tormento que bem parece comigo
Sinto o que de fato me consome.
Sinto raio, fogo e chamas;
E sombras e calor e rigor
Mas não tenho fome, nem nome.
Tenho tudo que a paixão consola
E tudo o que o Amor permite
Só não tenho o ser amado
E isso faz toda diferença!
Triste, com uma alegria diferente;
Confortável com o aperto no peito.
Nem sinto nada do mundo que me ronda
Nem sinto nada do céu que me abstrai
Só sinto oco, e uma súbita falta de apetite.
Não sinto sede, frio, dor, nem sombra de calor
Nem sinto medo ou alucinação
É a minha melhor forma de abstração!
Sinto sim todo o Apático sentimento
De um tormento que bem parece comigo
Sinto o que de fato me consome.
Sinto raio, fogo e chamas;
E sombras e calor e rigor
Mas não tenho fome, nem nome.
Tenho tudo que a paixão consola
E tudo o que o Amor permite
Só não tenho o ser amado
E isso faz toda diferença!
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Horas mortas
Quase 3h da madrugada, uma boa hora para quem pensa que as horas são vagas
Neste momento quisera me transformar em tanta coisa...
Em tanta coisa que seria a utima que eu poderia ser
E em tanta gente que eu ja nem sei se poderia sobreviver.
Essas e outras observações eu faço aqui e agora
Porque são mais de 3h da madrugada e nessas horas eu me sinto mais ímpia
Mais insana e bem mais interessante.
Já comi, bebi, dancei, brinquei e ate briguei, e as horas nao passam
Passam apenas para quem quer ver o tempo passar.. e eu nao quero!
Hoje eu nao quero mais estar como antigamente
Contudo eu nem penso mais em parar, posto que eu nao consigo!
EM suma desisto de tentar,
Porém jamais e nem tampouco jamais quero perder as horas que compoem as 3h da madrugada!
Neste momento quisera me transformar em tanta coisa...
Em tanta coisa que seria a utima que eu poderia ser
E em tanta gente que eu ja nem sei se poderia sobreviver.
Essas e outras observações eu faço aqui e agora
Porque são mais de 3h da madrugada e nessas horas eu me sinto mais ímpia
Mais insana e bem mais interessante.
Já comi, bebi, dancei, brinquei e ate briguei, e as horas nao passam
Passam apenas para quem quer ver o tempo passar.. e eu nao quero!
Hoje eu nao quero mais estar como antigamente
Contudo eu nem penso mais em parar, posto que eu nao consigo!
EM suma desisto de tentar,
Porém jamais e nem tampouco jamais quero perder as horas que compoem as 3h da madrugada!
Introspecção.
Eu aqui pensando em mim mesma quase conclui um devaneio
Quase percebi meu esperneio
E ainda quase que eu senti o peso grande e inteiro.
Quando eu pensei que eu fosse nadar no mar das lamentações
(como fizera)
Quando eu criei em mim o espelho do não mais ser
De repente as coisas melhoraram e sairam de mim
Mas sairam como se isso fosse resolver alguma coisa
Enquanto crescia, pensava que as coisas eram como são
O pior é que elas quase sempre são
E eu foi que me dei conta de que eu cresci para o lado errado
E não mereci meu auto-respeito, mesmo devendo estar bem.
Eu cresci pensando certas coisas de mim;
Eu tremi o meu olho pensante e o onírico
Eu tremi os medos e os desejos inertes e insanos
Por alguem que ate pouco tempo era quase estranho
Eu até pensei em me bulir os ensejos
Contudo sai de mim mesma e nem me vi.
E Quase desmaiei de tanto adormecer e seguir o devaneio
De tanto impregnar certos sentimentos infames
De tanto criar meu próprio meio agravante
e Por todas as vezes que feri meus brilhantes
Eu sai de mim porque assim deveria ser feito
E sendo feito eu me deveria sair
E sei que poderia ser feliz!
Quase percebi meu esperneio
E ainda quase que eu senti o peso grande e inteiro.
Quando eu pensei que eu fosse nadar no mar das lamentações
(como fizera)
Quando eu criei em mim o espelho do não mais ser
De repente as coisas melhoraram e sairam de mim
Mas sairam como se isso fosse resolver alguma coisa
Enquanto crescia, pensava que as coisas eram como são
O pior é que elas quase sempre são
E eu foi que me dei conta de que eu cresci para o lado errado
E não mereci meu auto-respeito, mesmo devendo estar bem.
Eu cresci pensando certas coisas de mim;
Eu tremi o meu olho pensante e o onírico
Eu tremi os medos e os desejos inertes e insanos
Por alguem que ate pouco tempo era quase estranho
Eu até pensei em me bulir os ensejos
Contudo sai de mim mesma e nem me vi.
E Quase desmaiei de tanto adormecer e seguir o devaneio
De tanto impregnar certos sentimentos infames
De tanto criar meu próprio meio agravante
e Por todas as vezes que feri meus brilhantes
Eu sai de mim porque assim deveria ser feito
E sendo feito eu me deveria sair
E sei que poderia ser feliz!
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