terça-feira, 22 de março de 2011

A minha dúvida

A mais pura de todas as certezas
É de que por ti tenho sentimento;
Por ti choro, coro...

Contudo tu, que só pensas em me deixar,
Vai conseguir por acabar
Com o que ainda tenho em mim.

Tu me deixas todo tempo,
Como o vento
No tempo.

Tu não sabes o que me causa
A tua ausência operante
E o teu descaso desgastante.

Um dia disseste que me ama,
Ser-me-ia real o teu amor?

Pois analisando os fatos,
Um dia disse-me: "Jamais deixar-te-ei"
E hoje estou só.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Consequencias

  
Pronto, descobri o motivo de tamanho desapreço pela vida, foi o Amor!
Alguns  julgam-me por não envolver-me com outrem, talvez se tivesse obtido o ser que faria meus dias radiarem, que me fizesse feliz, talvez assim ser-me-ia normal.
Dói, como dói! Ninguém acredita, ou percebe, ou quer ver, mas amo. Por quê?
Minha vida é vil, imprópria, infeliz, meus medos destroem-me a cada dia, meu coração me traiu, caiu no “subúrbio”, inconsolavelmente para morrer, como se permanecesse estática. E falo sério quando penso que sou assim por ele...
Imponho dores e motivos para espantar a solidão (eterna) e tentar amenizar minha decepção com meu próprio coração.
Entretanto, às vezes me flutuam pensamentos de saber que esse, pode não ser o motivo.