Cansada. Insana. Íngreme. Inerte.
Quase feliz!
domingo, 28 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Meu pensar

Sentada e estática no meu quarto (quando o universo gira ao meu redor)
Percebi que eu tenho mais do que o combinado;
Olhando para o teto cogitei que ainda há tanto o que fazer;
Sentada olhando para dentro de mim senti a tua presença..
Com força "consegui-me" deitar;
E neste exato momento lembrei de mim mesma,
De quando eu nada tinha e como foi longa a minha estrada,
Como se eu tivesse tanta coisa assim.
Hoje nada me é assim tão estranho, e sim familiar:
A dor, a angústia, o medo e também a minha garganta (fiel).
Hoje consigo sentar na minha cama e parar para me ouvir
Sentir o que eu sinto, consigo colocar-me no meu lugar.
Uma empatia só!
Sentada no meu quarto lembrei-me de você;
Deitada na minha cama precisei demais de você;
Senti o teu calor jamais sentido,
O teu sabor jamais provado,
O teu sentimento tão por mim sonhado,
O teu cheiro jamais sentido,
O teu medo que por mim seria abafado.
Deitada estava, deitada fiquei...
Sentindo você como me é sempre previsível,
Estando na mais absoluta centração
Com você na minha mente,
E inerte no meu coração!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Constância plena.
Deu vontade de escrever algo que me edificasse a alma,
Mas aí eu me lembrei de que a minha alma anda dispersa
Como edificá-la?
Os dias passam, as horas andam e eu continuo sentindo o amor;
É como se minha vida precisasse sentir isso
Como se o mar prendesse meu horizonte
E me ajudasse a sonhar mais alto do que deveria.
O amor que sinto é perene, inerte e insano;
É o começo da minha maior alteridade
Tem de ser!
Talvez esse amor me seja edificante
E dispersante;
E eu preciso sair de mim um pouco mais
E andar mais no meu interior.
A essa dor que as vezes vem
Eu dou toda a minha esperança
E todo o meu amor
E eu sei que esse jamais me disprezará.
Mas aí eu me lembrei de que a minha alma anda dispersa
Como edificá-la?
Os dias passam, as horas andam e eu continuo sentindo o amor;
É como se minha vida precisasse sentir isso
Como se o mar prendesse meu horizonte
E me ajudasse a sonhar mais alto do que deveria.
O amor que sinto é perene, inerte e insano;
É o começo da minha maior alteridade
Tem de ser!
Talvez esse amor me seja edificante
E dispersante;
E eu preciso sair de mim um pouco mais
E andar mais no meu interior.
A essa dor que as vezes vem
Eu dou toda a minha esperança
E todo o meu amor
E eu sei que esse jamais me disprezará.
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