sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Constância plena.

Deu vontade de escrever algo que me edificasse a alma,
Mas aí eu me lembrei de que a minha alma anda dispersa
Como edificá-la?

Os dias passam, as horas andam e eu continuo sentindo o amor;
É como se minha vida precisasse sentir isso
Como se o mar prendesse meu horizonte
E me ajudasse a sonhar mais alto do que deveria.

O amor que sinto é perene, inerte e insano;
É o começo da minha maior alteridade
Tem de ser!

Talvez esse amor me seja edificante
E dispersante;
E eu preciso sair de mim um pouco mais
E andar mais no meu interior.

A essa dor que as vezes vem
Eu dou toda a minha esperança
E todo o meu amor
E eu sei que esse jamais me disprezará.

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