sábado, 26 de outubro de 2013

Trash!

Com tantos espaços abertos, fecho aquilo que mais me "convém".. Mas porque convém? Talvez por que dói menos, arde menos, sara menos.. Talvez porque eu não saiba lidar com os espaços abertos.. Contudo, Com tantos caminhos inertes eu ainda consigo olhar pra frente, mesmo com tamanho desalento.. Mesmo Com tantos escuros, eu sei que há luz! Estou "aí" para mim de tal maneira que eu tenho certeza que vai dar certo ser eu de novo. Agora eu vou, sem pensar em espaços abertos ou fechados, sem contar com o medo do escuro e a necessidade desse escuro. Já chega estar no nada, no oco do nada. Pode ser que eu saiba lidar com os meus espaços..

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

De tantas idas e vindas, cá estou, pronta para sentir as congruências ínfimas que o meu coração costuma despertar. Eu não vou separar as minhas alegrias das minhas derrotas, posto que “cada rosa tem o espinho que é exclusivamente seu”. Não sei, talvez eu esteja antecipando um futuro previsível, talvez eu esteja contando as horas para me zerar, mas calma, o meu modo de “me anular” não é para o mal, mas para que eu saiba que até que dá pra eu conseguir viver. Não sei até quando, mas vou. Cá estou com todas as minhas nuances e desavenças. Ando meio chateada, tenho um alguém que anda pisando na bola comigo, que anda me dizendo que não sou capaz. Um alguém assim, eu deveria não querer, mas porque não consigo me desfazer? Não, a pergunta não é essa, mas sim: Do que é que eu consigo me desfazer? É difícil perceber (ainda). Quase ainda, porque os meus olhos estão sendo vorazmente abertos. Esse alguém está querendo mudar e eu estou deixando, porque preciso disso demais para continuar... Preciso demais de mim.. Há um alguém debaixo da minha alma que precisa sair e um outro alguém aqui fora que precisa entrar. Aí tudo vai se encaixar!