quarta-feira, 2 de março de 2011

Consequencias

  
Pronto, descobri o motivo de tamanho desapreço pela vida, foi o Amor!
Alguns  julgam-me por não envolver-me com outrem, talvez se tivesse obtido o ser que faria meus dias radiarem, que me fizesse feliz, talvez assim ser-me-ia normal.
Dói, como dói! Ninguém acredita, ou percebe, ou quer ver, mas amo. Por quê?
Minha vida é vil, imprópria, infeliz, meus medos destroem-me a cada dia, meu coração me traiu, caiu no “subúrbio”, inconsolavelmente para morrer, como se permanecesse estática. E falo sério quando penso que sou assim por ele...
Imponho dores e motivos para espantar a solidão (eterna) e tentar amenizar minha decepção com meu próprio coração.
Entretanto, às vezes me flutuam pensamentos de saber que esse, pode não ser o motivo.

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