sábado, 16 de outubro de 2010

Eu, talvez isto.

Viver é jogar
Jogo de palavras, de idéias, de sensações, sentimentos e frustrações;
Jogo de saudade, angústia e desilusão;
Minha vida é um jogo
Hora de perda, hora de ganhos,
É como se nada mais me fosse prudente,
Como se eu andasse pelo céu com os pés no chão.

Não gosto muito disso!

Não posso suportar os mares infames
E inertes!
Eu não quero. Não quero porque não posso.

O jogo de primeiros erros e útimos acertos
O jogo de tudo o que eu anseio em mim;
O pior é que eu sei o que se passa.
E o pior é que eu não consigo parar..de fazer Nada.

Paro de fazer tudo, mas não de fazer nada.
O meu momento prefere estar em mim
E prefere andar no altar do meu mar,
Do mar que não navega mais em mim

E é como se o caminho fosse largo demais
E eu fosse tão fina a ponto de não conseguir pela dimensão que isso me causa;
E Caminho sem pensar  se voltarei
Ou mesmo se quero ir.

Um jogo, ainda  mais forte do que eu posso suportar,
Ainda mais brando do que eu quero encarar;
|E ainda mais inerte do que o sol.

Louco jogo de emoções, que se dispersam como que por acaso
E jamais voltam ou continuam.

Talvez eu jogue para vencer, ou talvez não.
Quiçá seja apenas o meu melhor devaneio
ou o meu pior desalento.
Mas jogo, por que é a minha única saída;
Ou isto ou aquilo de letal.

E eu, talvez isto!

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