sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Introspecção.

Eu aqui pensando em mim mesma quase conclui um devaneio
Quase percebi meu esperneio
E ainda quase que eu senti o peso grande e inteiro.

Quando eu pensei que eu fosse nadar no mar das lamentações
(como fizera)
Quando eu criei em mim o espelho do não mais ser
De repente as coisas melhoraram e sairam de mim
Mas sairam como se isso fosse resolver alguma coisa

Enquanto crescia, pensava que as coisas eram como são
O pior é que elas quase sempre são
E eu foi que me dei conta de que eu cresci para o lado errado
E não mereci meu auto-respeito, mesmo devendo estar bem.

Eu cresci pensando certas coisas de mim;
Eu tremi o meu olho pensante e o onírico
Eu tremi os medos e os desejos inertes e insanos
Por alguem que ate pouco tempo era quase estranho

Eu até pensei em me bulir os ensejos
Contudo sai de mim mesma e nem me vi.

E Quase desmaiei de tanto adormecer e seguir o devaneio
De tanto impregnar certos sentimentos infames
De tanto criar meu próprio meio agravante
e Por todas as vezes que feri meus brilhantes

Eu sai de mim porque assim deveria ser feito
E sendo feito eu me deveria sair
E sei que poderia ser feliz!

Um comentário:

  1. *As Boas palavras são como o vento do mar, que quando bate no Corpo descarrega o que impreguina a alma, suas palavras nos fazem entram no seu univeRso particular, e nos faz desejar estar mesmo dentro dele e sempre como o vento nunca deixar de estar... BELLÍSSIMO MINHA BELLA

    Pri

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