Sinto falta de
pessoas, as quais passaram por mim como se fossem pêlo curto e fino em breve madeira...
Sinto falta té
mesmo do que tenho, como se eu fosse um vaso quebrado. Constantemente quebrado,
e oco e pouco.
Não sei, é como se o sol não acendesse mais em
mim, e a lua não me refletisse. E eu não existisse mais.
Sinto-me tão só.
Sinto-me tão oca
e ainda tão nua e nula, que é como se eu fosse pura. Acontece que eu não sou.
Em nada. Nem em tudo.
Sinto também que
pressinto o meu mal estar, e que eu mal tento ficar bem, decaio.
Sinto-me apática
e até serena com isso. Almejo mais do que nada.
Almejo tudo o
que eu mais espero, no entanto eu penso assim: Mas como, eu nem espero nada? Aí
eu percebo que eu fico quase bem. Estranho!
O meu oco me
avisa que eu devo parar. Estagnar minha ânsia de viver lutando e estagnando.
Estive mal, mas passou.
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